Calibração de sistemas de temperatura

Você já parou para pensar em qual instrumento de medição tem maior relevância no nosso dia a dia?

Muitos irão dizer que são as balanças, no entanto os sistemas de controle de temperatura, também são fundamentais!

Termômetros, Termopares, controladores de temperatura… enfim… existem uma variedade incrível de modelos, formatos e aplicações.

Logo que uma criança nasce deve ficar em um berço com temperatura controlada… as geladeiras, estufas, muflas… tudo sob controle.

Nas indústrias temos injetoras, fornos de tratamento térmico, fulões em curtumes e aí por diante.

Quero neste artigo abordar um tema importante que é a definição do método de calibração destes instrumentos.

Quando temos um sensor acoplado a uma máquina, seguido de um cabo de compensação e um controlador de temperatura… por exemplo… qual será o método correto de calibração?

Considero que o correto é sempre calibrar a “malha” que consiste na comparação do sensor de medição com um padrão, tendo-se um meio térmico estável. O problema é que este método é mais demorado e na maioria dos casos necessita parar a máquina, fato que não agrada muito a produção.

Juntamente com as balanças eu acredito que sejam os instrumentos que mais causam dor de cabeça para os gestores metrológicos são estes sistemas de temperatura.

Perdi as contas de quantas vezes escutei… “O pessoal da noite” trocou o Termopar que estragou e não me avisou, gerando problemas em auditorias.

Outro fato que ocorre muito é o de as empresas “calibrarem” apenas o controlador de temperatura, esquecendo o Termopar e sua localização… o pior é que a maioria dos auditores aceita isto.

Calibrar a malha requer muito cuidado e tanto o laboratório prestador de serviço, quanto o contratante devem gerir os riscos de acidentes e paradas de produção.

O laboratório precisa realizar uma análise critica juntamente com o seu cliente visando definir toda a logística envolvida e principalmente definindo o método a ser adotado, número de pontos, se terá estudo de homogeneidade térmica entre outros pontos importantes.

Em tempos de pandemia o termômetro infravermelho corporal tem sido um aliado para ajudar a identificar pessoas com temperatura elevada e que possam estar contaminadas.

Tenho motivado muito os meus clientes a calcularem a suas incertezas em calibrações, medições e análises e quando envolve sistemas de temperatura eu reforço ainda mais a importância destes estudos para termos uma efetiva confiabilidade e qualidade de resultados.

A minha dica final é para você investir tempo para a definição do método ideal e de melhor custo benefício. Converse com os especialistas nos equipamentos no qual estes sistemas estão acoplados e juntamente com o instrumentista do laboratório fornecedor defina a melhor forma de executar a comprovação metrológica.

Caso você decida calibrar internamente eu sugiro que adquira os padrões corretos, considere as tolerâncias do processo e utilize normas e métodos reconhecidos e aceitos pela comunidade metrológica. Escreva procedimentos detalhados e priorize a segurança das pessoas envolvidas e do processo em questão.

Forte abraço!!!

Me passaram a metrologia

Olá

Eu sou Mauro Duarte e apoio empresas a organizar a Metrologia e atender aos requisitos Metrológicos das normas ISO, bem como de portarias definidas por órgãos regulamentadores, tais como Anvisa, Mapa, Fepam… entre outros.

Já perdi as contas de quantas vezes em treinamentos ou visitas a clientes escutei esta frase:

Me passaram esta bronca!

Gerenciar os instrumentos em uma empresa não é uma atividade fácil, mas na minha opinião esta muito longe de ser um problema, desde que a pessoa conheça o que esta fazendo e este é o ponto mais importante, pois a medida que as pessoas vão entendendo o que fazem vão consequentemente gostando e querendo saber mais e mais. Já presenciei isto com profissionais que se diziam jogado para esta área e hoje são especialistas apaixonados por “Metrologia e Controle da Qualidade”.

Muitos profissionais conduzem a metrologia apenas fazendo o que o cliente ou o auditor pede, simplificando as coisas e as vezes sendo negligente para não se “incomodar” ou ter mais trabalho neste controle. Muitas vezes pensam somente em economizar comprando e aprovando instrumentos indevidamente, não se dando conta de que o custo com perda de matéria prima será muito superior se houverem refugos ocasionados pela falta de qualidade dos instrumentos ou por avaliações indevidas.

Entender os métodos de medição e os validar com técnicas estatísticas é muito interessante, pois nos dá segurança de estarmos fazendo o correto e com base em fatos e dados.

Penso que será uma “Pepino” se o profissional ceder aos mitos que muitas vezes se criam de que qualidade é um entrave e que não sustenta a empresa.

Na verdade, o responsável pela instrumentação deve ter habilidades técnicas e ser um especialista, mas não pode se descuidar de questões humanas que envolve engajar os usuários e líderes no seu desafio de ter todos instrumentos e padrões adequados ao uso pretendido.

Se pensarmos que em muitos casos é um profissional responsável por muitos instrumentos e que estes estão distribuídos em diversos setores fica inviável pensar que uma pessoa sozinha irá dar conta e neste caso nos remetemos a norma ISO 9001:2015 que prega um maior envolvimento das lideranças no atendimento dos requisitos.

Por outro lado presenciei já nesta trajetória profissionais iniciantes que desde recebida a missão se  sentiram muito orgulhosos da confiança recebida na missão de gerir os instrumentos, tratar com fornecedores de calibração e se reportar a clientes com o objetivo de apresentar relatórios de medição, calibração e análise, sendo que muitos destes hoje são engenheiros e mestres que primam pela qualidade e sabem que uma metrologia forte será um diferencial competitivo relevante para a sua empresa.

Me orgulho de por ter tido aos meus 18 anos ter tido a oportunidade de atuar em dos principais laboratórios credenciado pelo INMETRO no Brasil, tendo como gestores colegas com um nível excepcional de conhecimento em metrologia e tendo acesso as principais normas e métodos nacionais e internacionais.

Hoje tenho a missão de disseminar o conhecimento em metrologia e a motivar pessoas a fazer o melhor na sua atividade, aliando competências técnicas e humanas.

Espero ter colaborado nesta reflexão e defendo de que controlar os instrumentos não é uma bronca e nem mesmo um problema, desde que se tenha vontade de aprender e dominar estas boas práticas que são extremamente importantes para a qualidade dos nossos produtos e serviços.

Forte abraço

Fique ligado na escolha de Cabeçotes & Apalpadores para a sua 3D

Olá Pessoal,

Eu sou Mauro Duarte e Iniciei a minha carreira em 1989 no CETEMP – Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão e tenho muito orgulho de ter atuado por 10 anos operando Máquinas Tridimensionais e equipamentos de extrema qualidade e precisão.

Neste artigo irei compartilhar com vocês alguns aspectos importantes, referente aos cabeçotes e apalpadores que envolvem o controle dimensional com o uso de MMCs.

Independente da Máquina e do cabeçote utilizado você terá que dar uma atenção muito especial na definição do dos sensores e elementos que irão permitir a medição de todas as cotas.

A norma ISO 10360-1 define que uma MMC deve utilizar um sistema de apalpamento com capacidade de determinar coordenadas espaciais na superfície da peça a ser medida e isto irá depender do que você deseja controlar e da maneira que você precisa referenciar a peça.

Você sabe qual é o coração de uma Máquina Tridimensional?

O Cabeçote!

O cabeçote é o principal componente do equipamento e é ele o principal responsável pela sua precisão e versatilidade.

O cabeçote pode ser fixo ou articulado e pode acompanhar um sistema que permite realizar o contato “ponto a ponto”
ou através de “varredura”.

Varredura x Ponto a ponto

Scanning-Produktivität

Tempo de medição:

Manual: 8 pontos em 15 segundos

Varredura: 1000 pontos em 12 segundos

Medição Manual

Alguns pontos definem somente parte da superfície da peça.

Medição com Varredura

Vai mostrar a geometria real da peça.

Cabeçotes Articulados:

Grande número de posições angulares possíveis.

Não necessita de configurações na maioria dos casos.

Cabeçotes Fixos:

Elevada precisão com alta velocidade de varredura/scanning.

Pode alcançar qualquer posição de elemento, pois permite o uso de prolongadores maiores e acessórios especiais para acessar cotas áreas de difícil acesso.

E se você me perguntar: Qual é o melhor?

Para responder eu terei que te fazer algumas perguntas, visando clarificar qual é o seu cenário em termos de tolerâncias, tamanhos de peças, quantidades dia… entre outros questionamentos muito importantes para que possamos juntos escolher o cabeçote ideal.

Sem contar que existe outras tecnologias que podem ser muito interessantes, tais como cabeçotes óticos, com uso de laser e outros que permitem até mesmo medir a rugosidade.

E quanto aos apalpadores?

Os apalpadores são de fundamental importância para o sucesso da medição, pois eles serão o elo de ligação entre a MMC e a peça a ser medida.

Cuidados na escolha dos apalpadores:

Inicialmente, verifique no manual do equipamento qual a capacidade máxima que o  seu cabeçote pode suportar. Sugiro que você tenha junto com a sua máquina uma balança de pequeno porte para realizar este controle.

Verifique também o comprimento máximo da combinação haste + apalpador que o seu cabeçote pode sustentar.

Defina o diâmetro da esfera, prolongadores e seus respectivos comprimentos, observando o seu desenho/modelo matemático e o que deve ser mensurado.

A minha principal dica é que você escolha uma marca de qualidade reconhecida e comprovada, pois um apalpador que não possua as propriedades físico mecânicas adequadas pode comprometer totalmente a vida útil do cabeçote.

O pior é que visualmente as marcas boas e as ruins são muito parecidas e de início parecem ter os mesmos resultados e incertezas, mas o problema é que pelo uso prolongado destes cabeçotes o seu cabeçote irá se comprometer e eu chamo isto de uma “Morte Lenta” do cabeçote.

Tenho visto muitas empresas negligenciarem este fato e serem surpreendidos com uma necessidade de troca do cabeçote precoce.

Fazendo uma analogia com os carros… Não é indicado comprar uma Mercedes-Benz e usar pneus de baixa qualidade e fora das especificações.

Invista em treinamento da sua equipe para evitar colisões.

Mantenha um estoque de apalpadores reservas assim como você faz com as ferramentas e acessórios produtivos, pois ambos não podem parar por falta de elementos.

Não podemos deixar de falar do magazine, pois ele será muito importante para agilizar o seu processo.

A utilização de Magazines possibilita uma troca rápida de apalpadores
e cabeçotes sem precisar montar e desmontar configurações.

Outro fator que irá impactar fortemente na sua estratégia de medição serão os elementos de fixação que você irá escolher, mas isto veremos no nosso próximo artigo.

Soluções para Fixação ZEISS

Espero que você tenha gostado deste artigo e e convido para comentar e tirar suas dúvidas sobre cabeçotes e sensores de medição.

Medir o Ra é suficiente?

Eu sou Mauro Duarte e quero neste artigo destacar um ponto importante referente a Rugosidade de Superfícies que é a escolha do parâmetro, mas antes vamos realizar uma introdução sobre influências importantes na textura superficial de uma peça.

Você já parou para pensar o que pode influenciar o acabamento de uma superfície?

Podemos inicialmente analisar a natureza da superfície:

– Microestrutura do material;

– Ação da ferramenta de corte;

– Instabilidade da ferramenta de corte sobre o material;

– Deformações nas guias;

– Deformações em função de tensões sobre o material;

Podem surgir propriedades indesejadas, tais como vales profundos que podem provocar a propagação de fissuras ou picos que podem acelerar o desgaste quando em contato com outras peças. Ondulações excessivas também podem causar ruído e indicar problemas de usinagem.

Mas afinal… O que desejamos ter em uma superfície?

Quantidade de vales suficientes para a retenção de óleo, quando a lubrificação é um fator importante e picos suficientes para a retenção de pintura ou adesivos. Outro ponto relevante é termos um perfil de superfície suave para a redução de ruído, vibração ou melhorar as características ópticas.

Queremos de fato, ter efetivo controle do processo, prevenindo o comportamento dos componentes e monitorando a sua performance.

Frequentemente a superfície de uma peça parece aos olhos humanos como plana e suave.

A superfície pode parecer suave se passarmos o dedo sobre ela, mas ao examinarmos sob uma lente de aumento, veremos uma estrutura complexa que é resultado de fatores como estrutura cristalina, pintura e processo de manufatura. Tal estrutura é chamada de ”textura” e frequentemente afeta a qualidade e o tempo de vida do produto.

Para controlar a textura superficial, primeiro devemos medi-la, se a mesma for realizada durante o processo de manufatura pode influenciar em decisões tomadas no sistema de usinagem, permitindo que a superfície seja controlada e otimizada melhorando, assim, o produto.

Para realizar a medição teremos que definir a superfície real, definida como a superfície que separa o corpo do meio ambiente.

O perfil da superfície é resultado da intersecção da superfície real com um plano específico e usualmente. Seleciona-se um plano que é normal ao plano paralelo a superfície real e que tem uma direção adequada.

ISO 13565-1 indica que a direção transversal (x) deve ser perpendicular a direção da orientação (lay) se não houver indicação contrária, sendo que para processos de usinagem que produzem orientações (lay) retas, circulares ou radiais, a direção que realizaremos a medição pode normalmente, ser observada por inspeção visual da superfície.

Nos casos que é impossível formar uma opinião sobre a direção da orientação, é normal fazermos várias medições em diferentes direções e adotar o maior valor de altura da rugosidade entre as medições.

O parâmetro de rugosidade mais utilizado em desenhos e especificações técnicas é o Ra, porém existem muitos outros definidos em norma que podem lhe apoiar na solução de problemas e melhoria de processos.

É interessante sabermos que podemos ter um mesmo valor de RA (Parâmetro de Rugosidade) para diferentes características funcionais e desta forma fica evidente a necessidade de conhecermos e utilizarmos outros parâmetros para a análise e tomada de decisões.

Quando medimos a textura de uma superfície, um cuidado deve ser tomado com a interpretação dos resultados, mesmo duas superfícies tendo o mesmo valor de um parâmetro de textura superficial pode ter características funcionais diferentes. A superfície da figura superior abaixo terá boas características de desgaste enquanto a superfície da figura inferior, apesar de ter o mesmo valor de Ra (parâmetro de rugosidade), desgastará mais rapidamente em função das pontas agudas na superfície.

Parâmetro de amplitude Ra (Média das ordenadas):

Sua aplicação na indústria é muito grande e geralmente é usado no acompanhamento em vários processos de fabricação. Devido à variação do parâmetro é possível indicar se o processo mudou em alguma variável (velocidade de corte, quantidade de fluidos, etc…). No entanto, é um parâmetro de natureza média e ele não é tão sensível a mudanças sutis.

Então pessoal, tenho como principal objetivo neste artigo, salientar quanto a importância de entender e interpretar os demais parâmetros de rugosidade e que estão disponíveis nos rugosímetros e normalizações, pois em determinadas situações podem ser muito úteis para a tomadas de decisões e ajustes nos processos.

Espero que você tenha gostado deste tema e fique a vontade para comentar e participar do nosso blog.

Forte abraço!

A metrologia na nossa trajetória.

Sabemos que a Metrologia é a ciência das medições e que ela faz parte da nossa história, desde o nosso surgimento.

O que teria em comum a construção das Pirâmides Egípcias a espaçonave que levou o homem a lua?

Certamente em ambos os casos existiu uma Metrologia forte para fazer com que tudo se concretizasse.

Fiquei pensando sobre quando realizei as minhas primeiras medições e lembrei quando acompanhava o meu irmão Danilo nos treinos de atletismo no qual ele corria muito e eu com 9 anos apenas tinha a missão de cronometrar e medir o tempo no qual ele levava para correr 100m que éra por sinal a sua especialidade.

Passou o tempo e com 18 anos tive a oportunidade de ser escolhido pelo CETEMP – Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão para estagiar em um dos principais laboratórios de Metrologia do país.

Eu recém havia ingressado na Eng. Mecânica e fiz a entrevista e logo após fui para o nosso litoral no qual eu costumava ficar muitas vezes de dezembro a fevereiro, quando uma vizinha bateu na porta da nossa casa, trazendo a notícia de que eu havia sido chamado para iniciar este desafio. Naquela época poucas pessoas tinham telefone na praia então a turma se ajudava e tudo se resolvia.

Em seguida muitas pessoas vieram conversar comigo interessadas em saber o que eu iria fazer neste Centro Tecnológico e a imaginação foi fértil, pois nem eu havia entendido muito bem o que seria.

Alguns vieram me perguntar se eu saberia tudo sobre o tempo?

Neste caso eu soube explicar que eram coisas diferentes.

Penso que as nossas escolas e universidades deveriam focar mais no ensino desta ciência, pois a Metrologia está presente nas indústrias, hospitais, farmácias, ruas, mercados, açougues, enfim em muitas coisas importantes.

Sou filho e neto de professores e tenho uma grande satisfação de poder disseminar o conhecimento nas áreas de Metrologia e Qualidade e tive um ano muito interessante no qual pude treinar pessoas de diferentes estados do Brasil no formato presencial e EAD.

Percebo uma evolução muito forte quanto ao interesse das pessoas por estes temas e posso dizer com certeza que tivemos um recorde de pessoas físicas se inscrevendo nos treinamentos e investindo no conhecimento com recursos próprios, pois nem sempre as empresas estão dispostas e com condições de investir.

A Metrologia esta cada vez mais saindo dos Laboratórios tradicionais e indo para o “chão de fábrica” e isto é fantástico, pois com o advento da indústria 4.0 precisamos investir em tecnologia e detectar falhas em tempo real, desperdiçando cada vez menos recursos humanos e materiais.

Eu acredito que a Metrologia ainda irá evoluir muito e que cada vez mais iremos usufruir dos benefícios do controle da qualidade e da precisão que ela provê.

E você quando realizou as primeiras medições?

Este último texto do ano tem o objetivo de ressaltar a importância da Metrologia e agradecer a todos que estiveram com a gente neste desafio de termos uma Metrologia cada vez mais forte no nosso país.Forte abraço e ótimas festas.

Conexão com o cliente

Você não consegue aumentar as suas vendas e se encontra desmotivado e preocupado pelo fato de não conseguir novos clientes e atingir as suas metas?

Então eu vou te mostrar agora o método 5Cs que eu utilizei durante 20 anos de atuação junto a equipes comerciais. Este passo a passo irá te transformar em um vendedor ninja e isto fará com que você venda mais e melhor.

C1 – Conhecimento Pessoal

Você precisa se conhecer e saber como você se encontra no que se refere a sua capacidade de envolver e influenciar pessoas de forma positiva e ética. Outro ponto importante quanto ao seu comportamento é qual o seu nível de dinamismo e motivação para agir e criar oportunidades.

Neste momento pode ser muito interessante recorrer a ferramentas de análise de perfil comportamental reconhecidas e testadas como por exemplo o assesment DiSC.

C2 – Conhecimento do que oferece

Você precisa conhecer o que vai vender em detalhes porque somente desta forma você irá passar segurança e confiança no que está oferecendo. 

C3 – Conhecimento do concorrente

Você precisa estudar muito o seu concorrente e saber o que ele está fazendo. Somente desta forma você poderá saber quais são os seus reais diferenciais e a onde você precisa melhorar. A sua argumentação fica fundamentada em dados e não apenas em inferências. É muito importante compilar estas informações em planilhas comparativas.

C4 – Conhecimento do cliente

Conheça o cliente como um todo, estudando previamente a empresa com o uso do Google, redes sociais e o próprio site do cliente. Descubra se alguém já o atende e quais os problemas ou “dores” que ele possui.

Mais uma vez será importante você entender de perfis comportamentais, pois somente assim você conseguirá entrar em Rapport com ele, isto é entrar no mundo do seu cliente.

C5 – Comunicação assertiva

Você precisa antes de tentar vender o seu produto ou serviço perguntar e escutar muito o seu cliente. Uma conversa focada em perguntas e respostas objetivas, com ênfase nas suas reais necessidades, irá fazer com que o cliente construa a solução, minimizando a possibilidade de você oferecer coisas que não serão úteis. Imagine que fantástico você apresentar o produto certo na hora certa e não receber nenhuma objeção. Pode ter certeza que é a melhor forma de você se comunicar, pois ninguém aguenta mais aquele vendedor que fala sem parar e mostra tudo e todas as possibilidades.

Muito bem, eu tenho certeza que agora conhecendo e aplicando  o método você irá se comunicar melhor com o seu cliente, vender mais e atingir as suas metas de vendas.

Então deixe seu comentário com suas dúvidas ou dizendo o que achou deste artigo.

Forte Abraço.